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Edney Martins nasceu em Belém, 1971. Participou das exposições coletivas “A Amazônia e o Mar”(1990-Paris) e X Salão Arte Pará (1991-Pará).

Em 1998 integrou o grupo “Caixa Preta com um Buraco no Meio”, formado por alunos de Miguel Chikaoka, de quem foi assistente. Fez diversas oficinas e participou de fotovarais realizados pela Associação Fotoativa.

Formado em Direito, advogou no período de 1994 a 1998, quando passou a atuar na área de sustentabilidade e responsabilidade social, na qual é consultor desde 2005. Seu trabalho traz a sensibilização do olhar para o cotidiano, cenas urbanas que se apresentam dentro de uma quase simplicidade. A lente atravessa janelas e conecta lugares que dialogam entre si, o interno e o externo se apresentam. São recortes de edificações, fábricas, paisagens, pessoas quase invisíveis em resultados com aspectos de arte gráfica no entrever do figurativo e do abstrato. Atualmente está com a primeira exposição individual em exibição no Espaço Cultural do Tribunal de Contas do Estado do Pará intitulada “RIO Landscape”.

Edney Martins nasceu em Belém, 1971. Participou das exposições coletivas “A Amazônia e o Mar”(1990-Paris) e X Salão Arte Pará (1991-Pará). Em 1998 integrou o grupo “Caixa Preta com um Buraco no Meio”, formado por alunos de Miguel Chikaoka, de quem foi assistente. Fez diversas oficinas e participou de fotovarais realizados pela Associação Fotoativa. Formado em Direito, advogou no período de 1994 a 1998, quando passou a atuar na área de sustentabilidade e responsabilidade social, na qual é consultor desde 2005. Seu trabalho traz a sensibilização do olhar para o cotidiano, cenas urbanas que se apresentam dentro de uma quase simplicidade. A lente atravessa janelas e conecta lugares que dialogam entre si, o interno e o externo se apresentam. São recortes de edificações, fábricas, paisagens, pessoas quase invisíveis em resultados com aspectos de arte gráfica no entrever do figurativo e do abstrato. Atualmente está com a primeira exposição individual em exibição no Espaço Cultural do Tribunal de Contas do Estado do Pará intitulada “RIO Landscape”.

 

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