Imagem da série “Urbana Íris”, presente na exposição “Miragem Urbana”

 

A exposição do fotógrafo será aberta no dia 25/8 na Kamara Kó Galeria

Com senso estético apurado, o olhar de Pedro Cunha percorre espaços urbanos contemporâneos onde transeuntes se confundem com displays publicitários, automóveis, prédios, luzes e sombras. Estes recortes peculiares estão presentes em “Miragem Urbana”, primeira individual do fotógrafo, que será aberta no dia 25 de agosto, às 19h30, em novo espaço expositivo da Kamara Kó Galeria.

Pedro Cunha nasceu em Fortaleza (CE) e adotou Belém como cidade natal em 1995.  Considerado um dos representantes da nova safra da fotografia contemporânea paraense gerada pela Associação Fotoativa, Pedro tem as paisagens urbanas como objeto fotográfico, usando sobreposições, reflexos e composições de imagens.

“Miragem Urbana” tem curadoria do artista visual Alexandre Sequeira, que observa nas fotografias uma paisagem complexa, composta por acúmulos de informações, que também lançam uma reflexão. “Pedro garimpa as superfícies profusamente ocupadas das metrópoles – paradigmas da saturação, nos fazendo refletir sobre a diluição das fronteiras que separam o real da ficção no mundo em que vivemos”, comenta.

Circulação – Em suas participações no circuito da fotografia profissional, Pedro teve obras selecionadas para o Salão Arte Pará (Belém-PA/2007) e Salão Unama de Pequenos Formatos (Belém-PA/2006). Entre as principais presenças em exposições coletivas estão “Cartografias Contemporâneas” – Sesc Pompéia (São Paulo-SP/2009); “Transfigurar” – Galeria Elf (Belém-PA /2009); “Eterno Feminino” – Fotoativa (Belém-PA/2008); “Escrituras” – Galeria do Banco da Amazônia (Belém-PA/2008); e “Olhares interculturais Pará/Argentina” – Sala Augusto Fidanza – (Belém PA/2005).

Pedro e Alexandre estão entre os fotógrafos que têm obras agenciadas pela Kamara Kó Galeria, novo espaço de fomento ao mercado de arte visual de Belém. “A galeria é um grande incentivo para a categoria, além de reforçar o aspecto artístico da fotografia no mercado de artes visuais”, assinala Pedro.

 

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