Ionaldo Rodrigues, Belém/PA

Graduado em Ciências Sociais pela UFPA (2008). É fotógrafo da Fundação Cultural do Pará/Curro Velho. A produção autoral tem como eixos as relações entre historiografia, técnicas da cidade e imagem fotográfica. Desde 2015 edita o selo Prova Impressa, dedicado à experimentação de formatos e sentidos do fotográfico no plano gráfico. Em 2007 recebeu a Bolsa de Pesquisa em Arte do Instituto de Artes do Pará.

Suas obras integram o acervo do Museu Casa das Onze Janelas/Coleção Diário Contemporâneo de Fotografia – Belém/PA

Realizou a exposição individual “Rebotalho”, Kamara Kó Galeria – Belém/PA, 2015

Participou de algumas exposições coletivas, como: “Gestos, relatos, escritas e autoficções”, 5º Festival de Fotografia de Tiradentes – Tirdentes/MG e CâmeraSete – Belo Horizonte/MG, 2015; Mostra do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia – Belém/PA, 2011, 2014 e prêmio residência artística em 2018.

Galeria

Ionaldo Rodrigues - "Siqueira Mendes" - série “estado de exceção” - IR001
“Siqueira Mendes”, série “estado de exceção”, 2006 - Cód.: IR001
Ionaldo Rodrigues - Sem título - série “Rebotalho” - IR002
Sem título, série “Rebotalho”, 2011 - Cód.: IR002
Ionaldo Rodrigues - Sem título - série "Rebotalho" - IR003
Sem título, série “Rebotalho”, 2006 - IR003
Ionaldo Rodrigues - sem título - série "Rebotalho" - IR004
Sem título, série “Rebotalho”, 2010. - Cód.: IR004
Ionaldo Rodrigues - Sem título - série "Rebotalho" - IR004
Sem título, série "Rebotalho" - Cód.:IR004
Ionaldo Rodrigues - sem título - IR008
Sem título, 2014 - Cód.: IR008
Ionaldo Rodrigues - "INAMPS" - IR007
“INAMPS”, 2018 - Cód.: IR007
Ionaldo Rodrigues - "Central" - IR006
"Central", 2018 - Cód.: IR006

Ionaldo Rodrigues possui uma verve Benjaminiana quando observa e fotografa a
cidade como um ato de sondagem arqueológica. Com olhar apurado escava o solo
urbano e a superfície das fachadas, fazendo emergir de tais aparências as peças para a
construção de um percurso. Esse trajeto é ao mesmo tempo o meio para a
experimentação dos processos artesanais e históricos da fotografia.
Em Rebotalho, o artista põe em perspectiva crítica sua coleção dos restos de uma
cidade, pedaços de coisas, sobras de paisagem urbana, lixo que exibe um colorido
melancólico. Trata-se de um arquivo em processo que oscila entre a bela imagem de
uma cidade feia e uma catalogação extensa de signos sem história.

Mariano Klautau Filho
Pesquisador, Curador
do texto de apresentação da Exposição “Rebotalho”

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